Segundo as investigações da Polícia Civil de Goiás, o profissional teria retido pagamentos feitos por clientes enquanto era sócio do estabelecimento. O caso integra a Operação Beleza Sem Filtro, que apura possíveis irregularidades financeiras na gestão do salão.
Transferências sob suspeita
De acordo com a corporação, aproximadamente R$ 300 mil teriam sido transferidos da conta da empresa para a conta pessoal do suspeito. As suspeitas se baseiam em extratos bancários, contratos e comprovantes de transferências via Pix apresentados por uma das sócias, apontada como vítima no inquérito.
A autoridade policial solicitou a apreensão de dispositivos eletrônicos supostamente utilizados nas transações investigadas. Uma ex-funcionária do salão também foi alvo de mandado de busca e apreensão e é investigada por possível conluio com o maquiador.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram recolhidos aparelhos eletrônicos que serão submetidos à perícia técnica.