Quando se trata de criatividade e diversão, quais os limites do que se pode fazer em um bloco de carnaval? Um grupo de foliões em São Paulo resolveu aproveitar a festa além da cantoria e da dança: o esporte acabou se tornando o protagonista da comemoração. Sem abrir mão das fantasias carnavalescas — um deles, inclusive, de salto alto — o grupo foi flagrado jogando queimado na praça Marechal Deodoro, em Santa Cecília, na capital paulistana.
O cortejo fazia parto do “Bloco da MAMA”, tradicional bloco LGBTQUIAPN+ da cidade. Veja o registro da brincadeira:

Fantasiados, foliões jogam queimado durante bloco de carnaval em São Paulo
Fundado em 2019 por Mama Darling, drag queen interpretada por Fernando Magrin, o evento resgata a tradição dos blocos de bairro. Cerca de 10 mil pessoas eram esperadas para o bloco neste ano, que reuniu 7,5 mil em 2025.
Não são apenas os foliões e esportistas que se fantasiam no carnaval paulista: uma cena curiosa chamou a atenção quando policiais se vestiram dos personagens de “Scooby Doo” e da série “Round 6” para recuperar mais de 60 celulares roubados ou furtados nos dois primeiros fins de semana de carnaval, segundo o governo estadual. Apenas no sábado (14), 32 aparelhos foram apreendidos em diferentes pontos da festa.
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— Com os policiais disfarçados é possível atuar de forma preventiva e repressiva. As fantasias são selecionadas com planejamento, priorizando personagens e trajes que se integrem ao perfil dos blocos e do público. Elas também levam em conta critérios operacionais, observam o conforto e a segurança adequados para o ambiente carnavalesco — diz Sandra Buzatti, delegada do DHPP.