O Tribunal de Contas da União aprovou nesta quarta-feira um acordo que muda o contrato de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília e prevê a realização de um novo leilão em 2026. Na prática, isso significa que empresas interessadas poderão disputar o direito de administrar o terminal.
“Pelo acordo, haverá processo competitivo simplificado, com inserção de novas obrigações, transferência de valores de outorga fixa para variável e inclusão de outros oito aeroportos regionais do Centro-Oeste, um do Paraná e um da Bahia. São previstos investimentos de cerca de R$ 1,2 bilhão no sítio aeroportuário de Brasília ao longo do tempo restante do contrato”, informou o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).
A medida segue o mesmo modelo adotado no Aeroporto Internacional do Galeão e faz parte de uma estratégia do governo para ampliar a participação da iniciativa privada na gestão de aeroportos, incluindo os de menor porte.
O acordo foi firmado entre o MPor, a Agência Nacional de Aviação (Anac) e a concessionária Inframerica, que hoje administra o aeroporto de Brasília e terá participação obrigatória no novo leilão.