Tudo pode mudar ao sabor de novas necessidades, mas hoje o ano de Sidônio Palmeira está programado para ser assim: tira 15 dias de férias da Secom em junho — não para descansar, mas para estruturar o marketing da disputa de Lula à reeleição — e fica como ministro até a virada de setembro para outubro, quando pede licença para atuar direto na campanha entre o primeiro e o segundo turno. E, vencendo ou perdendo, volta ao cargo para completar o Lula 3.