Nos bastidores, a proposta enfrenta resistência da equipe econômica do governo, que vê risco de efeito cascata sobre outras categorias do funcionalismo e pressão adicional sobre o orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Técnicos do MGI também apontam fragilidade na estimativa de compensação: em ofício enviado ao Senado, o ministério afirmou não ter sido possível identificar, nos documentos do projeto, a fonte de custeio para os novos gastos, o que pode exigir ajustes na discussão orçamentária caso a medida avance.