No documento, a senadora também faz menção a um ensaio técnico do qual Freixo teria participado e usado uma camisa com o rosto de Lula, a prática configura favorecimento político e quebra de deveres éticos do cargo. “Trata-se de instrumentalização da máquina pública para favorecimento político e amplificação de campanha eleitoral antecipada, prática incompatível com o regime constitucional democrático, com os princípios da Administração Pública e com a ética exigida do serviço público”.
Freixo saiu em defesa do patrocínio da Embratur à Liesa em um vídeo publicado em suas redes sociais. Na gravação, afirmou que o repasse, que totaliza R$ 12 milhões e é distribuído entre as 12 escolas do Grupo Especial, seria um investimento para promover o Carnaval brasileiro no exterior, atrair turistas e movimentar a economia. Ele também argumentou que o valor é o mesmo do ano passado e disse que o governo do estado e a prefeitura também investem no evento.
Com Lula como homenageado deste ano, a agremiação e o governo federal têm sido alvos de uma onda de críticas nas redes sociais e representações protocoladas pela direita, como mostrou o GLOBO. Além da denúncia feita por Damares, o repasse também foi alvo de uma representação protocolada pelo Novo no Tribunal de Contas da União, que pediu a suspensão do envio da verba para a Acadêmicos de Niterói.