Ao longo de uma década, a coreógrafa visitou hospitais mundo afora, tornou-se próxima de cientistas (“Eles passaram a ser minha turma vip nos teatros”, ela brincou, numa entrevista ao GLOBO), investigou religiões que “cantam e dançam a cura”, viajou para Moçambique, na África, e compreendeu, ainda que com certa resistência, o poder da aceitação e da resiliência, mas “sem desistir da luta”.