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Macron anuncia morte de militar francês em ataque no Curdistão iraquiano


“O sargento Arnaud Frion, do 7º Batalhão de Caçadores Alpinos em Varces, morreu lutando pela França durante um ataque na região de Erbil, no Iraque. À sua família e aos seus camaradas de armas, expresso as mais profundas condolências e a solidariedade da nação”, escreveu Macron na rede social X. “Este ataque contra as nossas forças, que estão engajadas na luta contra o Estado Islâmico desde 2015, é inaceitável.”

Centenas de militares franceses estão baseados na região como parte da coalizão internacional criada contra o grupo terrorista Estado Islãmico, que chegou ao seu auge por volta de 2015, mas que hoje se resume a bolsões no Iraque e Síria, sem o mesmo poder de outrora.

“A presença deles no Iraque se dá estritamente no âmbito da luta contra o terrorismo. A guerra no Irã não justifica tais ataques”, escreveu Macron.

Forças italianas também estão nos arredores de Erbil, capital do Curdistão iraquiano, participando de treinamentos e orientação técnica — uma instalação usada por elas na região foi atacada na quarta-feira, sem deixar feridos, em uma ação que a Itália considerou ser “deliberada”. Desde o início da guerra, bases usadas pelos EUA e países europeus na área, além de estruturas de milícias curdas iranianas, têm sido bombardeadas com frequência pelo Irã e por grupos armados aliados.

Ao mesmo tempo em que demonstra preocupação com os impactos da guerra e condena as retaliações iranianas contra as monarquias do Golfo Pérsico, Macron destaca que a França terá um “papel defensivo” no conflito, com o objetivo de defender os cidadãos francerses e proteger os aliados de Paris na região. Para tal, mobilizou embarcações da Marinha, com destaque para o porta-aviões Charles de Gaulle, para o Mediterrâneo Oriental, Mar Vermelho e para os arredores do Estreito de Ormuz, hoje virtualmente fechado pelo Irã.



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