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Novos liftings viralizam nas redes, mas são mesmo técnicas diferentes? Veja o que diz especialista


Nos consultórios e, principalmente, nas redes sociais, o lifting facial voltou a ocupar lugar de destaque, agora embalado por uma nova estética e uma avalanche de nomes que prometem resultados cada vez mais personalizados. Expressões como ponytail lift, fox eye lift, AuraLyft, Signature Lift e lifting glow up passaram a circular com frequência entre pacientes, influenciadores e até na imprensa, criando a sensação de que uma nova geração de técnicas revolucionárias teria surgido. Mas, por trás dessa variedade de termos, o que de fato mudou na cirurgia de rejuvenescimento facial?

Na prática, segundo especialistas, nem tanto quanto parece. “Embora esses nomes ganhem destaque nas redes sociais, não correspondem necessariamente a novas abordagens cirúrgicas. São diferentes formas de falar sobre variações individualizadas de técnicas já estabelecidas. Muitos desses termos partem, por exemplo, da técnica de deep plane, abordagem já consagrada que se destaca atualmente como a base da cirurgia facial moderna”, explica o cirurgião plástico Paolo Rubez, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Ele aponta que o chamado deep plane se tornou referência justamente por atuar além das camadas superficiais. Diferentemente dos liftings mais antigos, que se concentravam na pele, essa abordagem alcança estruturas mais profundas da face, abaixo do SMAS (sistema músculo-aponeurótico superficial).

“A técnica envolve a liberação de ligamentos e o reposicionamento do conjunto de músculos, gordura e pele, o que permite um resultado mais natural e duradouro, sem o aspecto ‘esticado’ característico do procedimento antigamente”, detalha. “Hoje vemos uma multiplicidade de novos nomes que se referem ao lifting facial e se apoiam nesse princípio. O que muda, na maioria das vezes, são ajustes técnicos, associações com outros procedimentos e a forma de apresentar isso ao paciente”, acrescenta.



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