A discussão que ganha mais força é inicialmente os controladores fazerem uma capitalização de R$ 5 bilhões na Raízen (e tentar buscar o equivalente a esse montante no mercado).
E, em seguida, trabalhar para dividir a atual Raízen em duas: uma empresa de energia e outra voltada para a distribuição de combustíveis. Nesta segunda, o BTG pretende ter o controle, com a Shell como minoritária.