Apesar da expectativa do Bahrein de colocar o texto em votação já na sexta-feira, não há garantias de que ele será aprovado. Três países com poder de veto no Conselho — Rússia, China e França — apresentaram objeções, em diferentes graus, sobre o uso de termos associados ao Capítulo VII da Carta da ONU, que rege sobre ações armadas. Segundo a rede al-Jazeera, houve alterações, mas o teor ainda incomoda russos e chineses. Para eles, a resolução serviria como um aval oficial para ataques contra o Irã. Paris também busca amenizar o teor do texto, e assessorou o Bahrein durante sua elaboração para “maximizar a probabilidade de adoção e implementação subsequente do texto”.